MCC Pipoca: Hush – A morte ouve

E aí pessoas, tudo bem com vocês?

Bom, dentre inúmeras coisas que eu poderia falar aqui no meu primeiro post de fato (sem contar a apresentação, obviamente), resolvi falar de uma das minhas paixões: filmes de terror!

Isso mesmo, caro leitor. De Nosferatu a Jason, de Boneco Assassino a Ecos do Além, todos temos algum filme marcante em nossas vidas, não é mesmo?!

Pretendo nos próximos posts falar sobre a evolução de alguns filmes, como zumbis, vampiros, espíritos e serial killers. Todavia, neste primeiro momento, resolvi falar de um filme muito bacanudo que está diponivel no Netflix (obrigada!!!!).  Trata-se do filme HUSH –  A morte ouve!!!

Classificado como terror/suspense (mas eu prefiro classificar como “precisando colocar a almofada na cara para não ver o filme”), este filme estreou no dia 08 de abril p.p. e me aguçou os sentidos pela sinopse. (Ah !!! Vale destacar que ele não saiu nos cinemas tá, então nada de mimimi que não viu esse filme em cartaz. Ele saiu direto no Netflix.)  É mais um filme da Blumhouse Productions, já conhecida por filmes como Atividade Paranormal, Sobrenatural, A Entidade, Uma Noite de Crime e As Senhoras de Salem, mas, de longe, Hush mostra sua superioridade.

Vamos ao que todo mundo fala sobre o filme: Maddie, interpretada por Kate Siegel, é uma jovem escritora que perdeu a audição/fala na adolescência  em decorrência de uma meningite e, reclusa numa casa no meio do nada (não filha, não faz isso com a tia aqui), ela passa a ser torturada por um psicopata até que ELE, sim ELE, decida matá-la.

Ok, até aí tudo bem, mas vamos à grande sacada do filme: ele já começa com sons de cozinha, tipo, cortando algum legume, acendendo a chama do fogão, essas coisas … mas será que o diretor vai te colocar na perspectiva da mocinha? Ficar sem ouvir nada durante o filme? E sim, amiguinhos, a resposta é SIMMMM! Existem tomadas que você tem os sons que o psicopata ouviria e tomadas em que você não ouve absolutamente nada, assim como a escritora.

Agonia? Sim! Desespero? Também! Me surpreendeu? Obviamente!

Bom, fazia tempo que eu não assistia algum filme realmente bom assim.  Depois de Babadook e Djin, poucos filmes me surpreenderam,  e eu não estava levando muita fé nesse título aí.

O que temos no filme? Uma mocinha, como já disse, surda e muda, escritora, que mora sozinha, no meio do nada. Segredo de sucesso! A essa altura do campeonato, você já está berrando: pega uma arma (putz, ela não tem uma arma…), sai correndo, se esconde, foge, sei lá, invoca uma entidade aí … e eis a questão: por ter uma vocação natural para contar histórias, Maddie ouve vozes internas sobre possíveis finais de seus livros, o que dá a ela uma perspectiva fantástica sobre os fatos. (observação: sempre ter uma arma se você morar afastado de todo mundo, vários filmes de terror comprovam essa anotação, ok?!)

De outro lado, temos o psicopata mascarado, interpretado por John Gallagher Jr.,  que tem uma síndrome de Daryl do TWD e anda por aí com uma besta, inclusive anotando na arma quantas vítimas já fez. Porém, ele dá mais medo quando está mascarado. Apesar dele ser sádico e outros nomes que eu adoraria pronunciar aqui, a máscara dava um medinho a mais. Mas isso não será o suficiente para tirar a graça do filme.

SPOILER ALERT!!!! Gente, só para constar, tem uma cena que ele vai tentar atacar a gata da Maddie (bichana fofa, linda, chamada BITCH – e sim, no filme aprendemos a falar vadia em libras e eu adorei!), e isso já é o suficiente para odiar o psicopata.

A trama se desenvolve bem e tem seu ápice na luta direta de Maddie com o ex-mascarado. O assassino é tão, mas tão f** que ele mata a vizinha e melhor amiga da escritora e ainda usa o corpo da jovem para bater na janela da casa da mocinha e deixá-la ainda mais em pânico. Ele deixa claro que vai aterrorizá-la até que ela não queira mais viver, somente assim ele entrará e saciará sua sede de sangue.

E aí, curiosos para ver o desenrolar desse filme e o seu final?

Deixo a vocês o gostinho de quero mais com o trailer logo abaixo.

 

Um grande beijo,

Mariana

 

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